.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Maio 2008

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9
10

11
13
14
15
16
17

18
19
20
21
22
23
24

25
26
27
28
29
30
31


.posts recentes

. O nosso projecto

. Blue Motion

. Relógios SolaresEm Odivel...

. magnetismo - energia do f...

. Energias alternativas em ...

.tags

. todas as tags

.links

.arquivos

. Maio 2008

. Novembro 2007

. Outubro 2007

Segunda-feira, 12 de Maio de 2008

O nosso projecto

 

O nosso carro no ponto inicial do projecto

 

 

Esta imagem mostra como se encontrava o nosso carro antes de o desmontarmos.

 

 

 

Nesta imagem, aparece o interior do nosso carro.

 

 

 

O nosso projecto consiste em utilizar um carro telecomandado e transformá-lo num carro movido a bateria sendo esta carregada com painéis solares. O nosso carro vai servir como modelo de um kart, pois também temos como objectivo tornar o kartódromo de Odivelas num espaço sustentável, tornando-o mais atractivo e mais ecológico.

 


publicado por non-poluter às 10:37

link do post | comentar | favorito

Segunda-feira, 26 de Novembro de 2007

Blue Motion

A volkswagen tem uma nova tecnologia amiga do ambiente:
Blue Motion.
Esta tecnologia tem como objectivo reduzir em grande parte os consumos dos veículos e consequentemente a redução das emissões de partículas.
Esta tecnologia esta presente no Volkswagen Passat BlueMotion 1.9 TDI que tem uma media de consumo de apenas 5.1 l aos 100 km.
A marca afirma que com apenas um depósito pode fazer-se 1350 km e se a media for de 15000 km / ano apenas se precisa atestar 11 vezes por ano.
Desta maneira as emissões de CO2 são reduzidas em 15%, ou seja, menos 0.5 toneladas de CO2 no ar por ano.

publicado por non-poluter às 10:30

link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

Segunda-feira, 12 de Novembro de 2007

Relógios SolaresEm Odivelas!!!

Desde as épocas mais remotas, instrumentos chamados gnômons produziam sombras que podiam ser utilizadas para se repartir o dia em intervalos. Os gnômons foram então associados a escalas, os relógios de sol, que possibilitavam determinar as horas do dia através do comprimento ou da posição da sombra projectada pelo sol.
Um relógio de sol egípcio, de 1500 a.C., é a evidência mais antiga da divisão do dia em partes iguais. As marcas na escala associam o comprimento da sombra do gnômon a uma unidade padronizada. Antes da divisão do período dia – noite dividido em 24 horas iguais ter se tornado uma prática aceite, o número de horas contadas em qualquer período diurno era constante em todas as estações do ano. Deste modo, uma hora no verão era mais longa que uma no Inverno porque os períodos diurnos eram mais longos.
Peças horológicas eram símbolo de status na Grécia e Roma antigas. Doadores de relógios de sol públicos tinham seus nomes gravados nos instrumentos e romanos abastados, durante o reinado de Augustus Caesar, usavam relógios de sol de bolso com cerca de 3 cm de diâmetro.
Os relógios de sol precisavam ser feitos especialmente para latitudes diferentes porque a altura do sol no céu diminui em latitudes maiores, produzindo sombras
maiores que em latitudes mais baixas. Na antiguidade, nem todos conheciam esta peculiaridade. Um relógio de sol trazido de Catânia (37º30'), na Sicília, para Roma (41º54'N) em 263 a.C. indicou horas erradas aos romanos por mais de 100 anos.
Se os relógios de sol já existem há mais de 3500 anos e já que a previsão de que o sol continue no céu é bastante optimista;))), a construção destes relógios diurnos continua actual. Desde modelos muito simples produzidos com materiais descartáveis, perfeitos para crianças e adultos, até modelos sofisticados e verdadeiras obras de arte que dão vida a janelas, paredes e praças, os relógios de sol continuam exercendo um grande fascínio e desafiando a criatividade humana.

Agora pergunto se não seria giro e ao mesmo tempo economico a cidade de Odivelas ter espalhado pelo seu territorio varios relogios?
Desta maneira as pessoas teriam a possibilidade de ver as horas e a camara municipal uma maneira de dar esse previlegio às pessoas sem ter gastos de energia!!!!

publicado por non-poluter às 10:53

link do post | comentar | favorito

Sexta-feira, 9 de Novembro de 2007

magnetismo - energia do futuro

 
tem legendas em portugues

publicado por non-poluter às 11:06

link do post | comentar | favorito

Energias alternativas em autocarros

Bio-diesel

O Bio-diesel é uma energia renovável e portanto uma alternativa aos combustíveis tradicionais, que não são renováveis.

Gás Natural

É o combustível fóssil mais limpo e um dos combustíveis mais seguros: não é tóxico e é mais leve que o ar.

Pilha de Combustível

As pilhas de combustível vão ser a tecnologia do futuro, dado o seu potencial no respeitante à preservação do meio ambiente. A única emissão produzida é o vapor de água.

 

 

 

 

Pilha de combustível

O que é a pilha de combustível?

Porquê o uso da pilha de combustível?

Aspectos a ter em consideração no desenvolvimento/aperfeiçoamento das pilhas de combustível?

Projecto em desenvolvimento

Características do veículo

O QUE É A PILHA DE COMBUSTÍVEL?

O princípio da pilha de combustível "fuel cell", baseia-se no processo electroquímico que combina directamente Hidrogénio com Oxigénio do ar, a uma temperatura da ordem dos 100ºC, produzindo electricidade e vapor de água;

H2 + O = H2O + Electricidade

A energia eléctrica debitada é controlada pela quantidade de Hidrogénio fornecido às diversas células, que constituem a pilha.

PORQUÊ O USO DA PILHA DE COMBUSTÍVEL?

As pilhas de combustível vão ser a tecnologia do futuro, dado o seu potencial no respeitante à preservação do meio ambiente. A única emissão produzida é o vapor de água. O rendimento é elevado, da ordem dos 50 a 60%, são silenciosas, não dispõem de órgãos mecânicos, o que faz reduzir os custos de manutenção, e também não produzem vibrações. O Hidrogénio, por outro lado, é praticamente inesgotável.

ASPECTOS A TER EM CONSIDERAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO / APERFEIÇOAMENTO DAS PILHAS DE COMBUSTÍVEL

Produção / armazenagem do hidrogénio Custo de produção e armazenagem elevado.

A proveniência poderá ser do Metanol, do Gás Natural ou da electrólise da água.

A médio / longo prazo estará, certamente, disponível em grandes quantidades.

Infra-estruturas de distribuição A distribuição tem que ser feita em veículos especiais que permitam o transporte do hidrogénio no estado líquido a cerca de -250 ºC e em que haja a menor perda possível por evaporação.

Armazenagem nas instalações dos utilizadores e nos veículos. Custos elevados devido às condições de baixa temperatura em que o hidrogénio tem que ser armazenado.

Pilha de combustível Custo muito elevado

O peso e volume por kW, é ainda muito elevado

Autonomia reduzida do veículo

Custo elevado do autocarro

PROJECTO EM DESENVOLVIMENTO

A CARRIS participa, com vários parceiros, nomeadamente o fabricante de autocarros MAN, uma empresa especialista na construção de pilhas de combustível, um fornecedor de hidrogénio líquido, o IST (Instituto Superior Técnico), e duas empresas europeias de Transporte Público de Passageiros – Berlim e Copenhaga – num Projecto Europeu, integrado no Programa Comunitário Thermie, para o desenvolvimento dum autocarro standard de piso rebaixado, com propulsão a pilha de combustível e que será testado durante 2 meses na cidade de Lisboa.

Este projecto pretende concretizar uma demonstração real de autocarros com este tipo de propulsão, em Serviço de Transporte Público Urbano de Passageiros, por um período de cerca de um ano, nos três Operadores envolvidos.

CARACTERÍSTICAS DO VEÍCULO

Marca/Modelo: Autocarro standard MAN NL 223 de piso rebaixado

Lotação: 70 passageiros

Motores eléctricos: 2 de 75 KW cada, assíncronos trifásicos

Pilha de Combustível: 3 módulos de 40 KW cada

Tanques de combustível: 2, termo isolados, de 350 L cada, alojados no tejadilho, para armazenamento do hidrogénio líquido à temperatura de -250ºC.

Autonomia: 400 km

Equipamento auxiliar: Computador de bordo, compressor de ar para o sistema de travões e suspensão, bomba hidráulica da direcção e bomba de água para arrefecimento do sistema, que são accionados por corrente contínua (24V), a partir da pilha de combustível.

Um conversor estático assegurará a transformação da corrente contínua em corrente alternada, para alimentação dos motores eléctricos de tracção.

 

 

 

 

 

Bio-diesel

O que é o Bio-diesel?

Porquê o uso do Bio-diesel?

Qualquer motor pode consumir?

Quais as maiores desvantagens?

Qual o objectivo desta experiência?

Que veículos estão a trabalhar com Bio-diesel?

O QUE É O BIODIESEL?

É um combustível obtido a partir de óleos vegetais principalmente de girassol e de colza.

PORQUÊ O USO DE BIODIESEL?

Porque o Bio-diesel é uma energia renovável e portanto uma alternativa aos combustíveis tradicionais, como o gasóleo, que não são renováveis.

Porque reduz determinadas emissões poluentes.

Porque reduz as emissões de dióxido de carbono que é o gás responsável pelo efeito de estufa que está a alterar o clima à escala mundial.

Porque promove o desenvolvimento da agricultura nas zonas rurais mais desfavorecidas, criando emprego e evitando a desertificação.

Porque reduz a dependência energética do nosso País e a saída de divisas pela poupança feita na importação do petróleo bruto.

QUALQUER MOTOR PODE CONSUMIR BIODIESEL?

O Bio-diesel pode utilizar-se em motores Diesel, em mistura com o Gasóleo (geralmente, na proporção de 5 a 30%) ou puro.

Exige, por vezes, pequenas transformações do motor de acordo com a percentagem de mistura e o fabricante/modelo do motor.

QUAIS AS MAIORES DESVANTAGENS DO BIODIESEL?

Apesar de ser um combustível renovável, a sua capacidade de produção é limitada pois depende das áreas agrícolas disponíveis (que terão, também, de ser usadas para fins alimentares) e portanto só poderá substituir, parcialmente, o gasóleo.

O preço do Bio-diesel é ainda elevado mas as novas tecnologias permitirão reduzir os custos da sua produção.

QUAL O OBJECTIVO DESTA EXPERIÊNCIA?

Chamar a atenção para a potencialidade do nosso País na produção de Bio-diesel derivado do óleo de girassol, em certas zonas rurais, como o Alentejo, que apresentam condições propícias ao cultivo desta planta (em particular, na zona de regadio proporcionada pela Barragem do Alqueva).

Tornar viável o projecto de instalação de uma unidade de produção de Bio-diesel, a partir de óleo de girassol.

Provar que o Bio-diesel assim obtido é tão aceitável como o derivado do óleo de colza (maioritariamente produzido na Europa Central).

QUE VEÍCULOS ESTÃO A TRABALHAR COM BIODIESEL?

Dezoito autocarros da Carris com mistura de 10%

 

 

 

Gás Natural

O que é o Gás natural?

De onde se extrai o gás natural?

Como se faz o seu transporte?

Porque é que o gás natural é importante?

Uso do gás natural em veículos?

Problemas associados ao uso do gás natural em veículos.

Autocarros a gás natural versus propulsão diesel moderna.

Emissões.

Custo dos Autocarros a Gás Natural.

Que veículos estão a trabalhar com GNC?

O QUE É O GÁS NATURAL?

O Gás Natural é uma mistura estável de gases em que o constituinte principal é o metano (83 a 99%). É uma energia primária, de origem fóssil, como o petróleo e o carvão.

DE ONDE SE EXTRAI O GÁS NATURAL?

O Gás Natural é extraído de jazidas naturais subterrâneas. Muitas vezes está presente nas jazidas de petróleo e de outros gases.

COMO SE FAZ O SEU TRANSPORTE?

O transporte do Gás Natural desde as jazidas e os centros de distribuição faz-se por gasoduto e/ou via marítima (metaneiros).

PORQUE É QUE O GÁS NATURAL É IMPORTANTE?

O Gás Natural é uma alternativa ao petróleo e consequentemente de grande importância estratégica. As reservas provadas de Gás Natural são significativas, o que permite o seu consumo durante, pelo menos, 65 anos. Por outro lado, há uma grande dispersão geográfica das reservas (em mais de 90 países), com especial realce para a Rússia e o Médio Oriente.

O seu custo de produção é baixo.

É o combustível fóssil mais limpo e um dos combustíveis mais seguros: não é tóxico e é mais leve que o ar.

É um combustível de substituição dos derivados do petróleo, nas próximas décadas: Indústria, Produção de Energia Eléctrica, Usos Domésticos e Transportes.

USO DO GÁS NATURAL EM VEÍCULOS

O Gás Natural utiliza-se, em regra, em veículos com motores de Ciclo Otto: a 100%, ou em alternativa com a gasolina (carros ligeiros "dual-fuel").

A adaptação de veículos com motores de Ciclo Otto é muito simples. Porém, a reconversão de veículos de Propulsão Diesel para Gás Natural, pelos utilizadores, é complexa, pouco fiável e cara pelo que não é recomendável; a solução deverá, portanto, ser adoptada quando se adquirirem veículos novos.

Na ausência de uma rede de abastecimento convencional, tem vindo a ser usado preferencialmente em frotas cativas, com pouca exigência de autonomia e com abastecimento centralizado.

PROBLEMAS ASSOCIADOS AO USO DO GÁS NATURAL EM VEÍCULOS

-Exigência de catalisador

-Infra-estrutura de distribuição e sistema de abastecimento algo complexos e caros

-O Gás Natural é um gás de estufa: há necessidade de controlar as perdas por evaporação

-O Gás Natural tem uma baixa densidade energética (MJ/l). Para ultrapassar esta questão, uma das opções actualmente disponíveis é a sua armazenagem à pressão de 200 bar (Gás Natural Comprimido):

-Os reservatórios ocupam 4 a 5 vezes mais espaço que os combustíveis tradicionais (Nos autocarros localizam-se no tejadilho)

-Aumento mais ou menos apreciável na tara do veículo

-Menor autonomia

AUTOCARROS A GÁS NATURAL VERSUS PROPULSÃO DIESEL MODERNA

Os autocarros a Gás Natural têm uma menor eficiência energética.

Apresentam menores vibrações; e o nível de ruído é inferior, principalmente ao ralenti.

EMISSÃO

Nos ensaios de homologação de motores verifica-se uma redução dos teores de Partículas e de Óxidos de Azoto (NOx). Não emite dióxidos de enxofre (SOx). A sua contribuição para a formação de ozono troposférico é muito inferior.

Em exploração real, a diferença poderá esbater-se, face ao menor rendimento em situações de congestionamento de tráfego.

As emissões no veículo de dióxido de carbono (CO2) e outros gases de estufa, são semelhantes.

CUSTO DOS AUTOCARROS A GÁS NATURAL:

É expectável, nos próximos anos, uma aproximação gradual do custo de aquisição entre os autocarros de Propulsão Diesel e a Gás Natural, tanto mais que diversos fabricantes têm vindo a aumentar a sua produção em série.

O aumento do custo de aquisição terá de ser compensado pelo menor preço do Gás Natural.

QUE VEÍCULOS ESTÃO A TRABALHAR COM GNC


Gás Natural Comprimido?

A Carris tem ao seu serviço, desde Setembro de 2001, 20 autocarros de piso rebaixado, VOLVO B10L GNC, dispondo de motores de 244 cv (às 2000 rpm.), cujo consumo médio nas carreiras onde operam é cerca de 79 Nm³ / 100 km.
A Carris ainda durante este ano vai ter ao serviço mais 20 autocarros a gás natural, no âmbito da renovação da sua frota.

Outras características dos VOLVO B10L GNC:

Caixa de velocidades – VOITH D 863.3 com Sist. De desengrenamento "ralenti" e retardador hidrodinâmico incorporado.

Direcção assistida (hidráulica) com caixa de direcção ZF 8098.

Suspensão – Amortecedores (F/T) - 2/4; Foles Pneumáticos (F/T) - 2/4 e com ECS (Controlo Electrónico da Suspensão)

Equipamento Eléctrico / Electrónico: Alternador / Regulador – PRESTOLITE 180 A; Motor de Arranque – BOSCH 5,4 kW e Baterias – 2 x 220 Ah

Portas (3) com comando electropneumático;

Ventiladores – 2 estáticos com comando eléctrico e 2 dinâmicos.

Ar Condicionado – Compacto com 600 cm³ de cilindrada e capacidade nominal de 30500 kcal/h.

 


publicado por non-poluter às 10:15

link do post | comentar | favorito